Perguntas Frequentes

São produtos de ultima geração especialmente desenvolvidos para aplicação em superfícies pintadas de automóveis, aviões, helicópteros, lanchas, barcos e entre outros. Tendo em sua composição: ativo (sílica vítrea liquida), coadjuvantes (polissilazano) e catalisadores. São produtos de custo elevado devido ao lento processo de produção e elevada tecnologia e pesquisa, especialmente desenvolvidos para dar proteção contra agentes agressivos a pinturas e facilitar a manutenção diária. Os bons vitrificadores possuem muita repelência a sujeiras e líquidos. Sendo assim, toda a sujeira que não é repelida momentaneamente e que por ventura estiver na superfície da pintura se soltará facilmente com apenas um jato d´agua.

Os bons vitrificadores utilizam o sistema de ancoragem para se fixarem sob a superfície, fazendo com que, a pintura se torne extremamente lisa e agradável ao toque. Essa ancoragem se utiliza dos poros do verniz e/ou pintura que ainda ficam abertos após o processo de polimento, para realizar uma perfeita fixação e preenchimento da superfície, tornando-a mais plana, perfeita e com excelente profundidade de cor.

São aplicados por meio de panos especiais sobre a superfície pintada após um bom processo de polimento e descontaminação da pintura, que deve ser feito por profissionais altamente capacitados, aliados a bons equipamentos especiais e precisos (politriz, rotto orbita e boinas de excelente qualidade). Após este processo, é feita a aplicação do produto vitrificador.

Porque é necessário respeitar várias etapas do processo, que começa com uma boa lavagem e higienização do veículo e depois o processo de polimento e detalhamento. Após a aplicação do vitrificador, deve se respeitar o tempo de cura (secagem completa).

Em temperatura ambiente e com tempo bom, o processo de cura dura de 7 a 12 dias para cura total. Para acelerar o tempo de cura em apenas algumas horas pode-se usar estufa com infravermelho. A secagem do produto sob a pintura ocorre em 24 horas, mas o veículo poderá ser entregue ao cliente logo após os serviços de vitrificação serem concluídos.

Lavar o carro consiste em esfregar e usar produtos detergentes, tal ação em cima do liquido vitrificador durante o processo de cura poderá ocasionar swils (teias de aranha) sob a vitrificação que ainda não esta totalmente curada. Antes da cura, poderá ser passado sob a pintura somente água sob pressão, a sujeira sai com facilidade. Tenha muito cuidado ao secar o veículo.

Sob os vidros sim, a superfície ficará extremamente hidrofóbica e com velocidades acima de 50km/h não será necessário o uso do limpador. Mas isso não é aconselhável devido ao alto valor do produto. Existem outros produtos  no mercado que fazem a mesma função com um custo mais baixo. Usado sob os vidros nenhum vitrificador terá a mesma resistência e eficiência que tem sob a pintura, devido a falta de poros para ancoragem e diferentes processos químicos. Nos vidros, os vitrificadores podem durar até 15 meses.

Sob as rodas sim, os vitrificadores tem a função de repelir a sujeira e contaminantes tais como piche e fuligens de freios.

Sob as peças plásticas também poderá ser passado, mas é necessário uma prova de toque antes da aplicação.

São vários os vitrificadores, desde um com dureza 3 Mohs até 7 Mohs.

Os de 3 Mohs duram em média 1 anos os de 7 Mohs 3 anos, desde que seja feita a manutenção correta utilizando-se das informações contidas no certificado de garantia do vitrificador. A depender da dureza do produto, o mesmo se torna mais caro ou mais barato. Os chamados vitrificadores com dureza de 3 Mohs geralmente são chamados apenas de selantes de pintura, já os de 7 Mohs são conhecidos de vitrificação de pintura.

Esta denominação é aplicada pelos profissionais em estética automotiva como, sensação, lisa e sem contaminantes repelente a líquidos e outros materiais e etc… Esta sensação é proporcionada por diversos produtos de acabamento de polimento automotivo, como as ceras de carnaúba, as ceras sintéticas, os produtos compostos de resina acrílica, os selantes e etc. Todos estes produtos utilizam em sua formulação solventes a base de hidrocarbonetos, e tem a característica oleosa repelente a água. Acontece que, todos estes produtos pela sua composição química, tem o foco comercial de durabilidade e perpetuação sensitiva por um período curto de tempo. Utilizando a forma comparativa de sensibilidade, é percebido nitidamente que o VX45 é extremamente mais liso e aveludado que os produtos utilizados em acabamento estético automotivo. Esta diferença, ocorre devido a varias características, dentre elas a principal, o VX45 é uma película vitria ancorada ao verniz, fazendo com isto, que a superfície se transfome em outra matéria, nitidamente percebida ao olhar que é o brilho intenso e toque extremamente agradável, tal como um veludo primoroso.

A sensação humana por meio de sensibilidade, consegue perceber diversos materiais através do toque, principalmente quando este toque se transforma em comparativo, ou seja, quando tocamos um plástico e uma pedra polida, percebemos que ambos são porosos, mas um é diferente do outro, a mesma sensação é percebida quando se toca no verniz e depois nos vidros do carro, ambos são transparentes e lisos, mas se percebe com nitidez que o vidro é muito mais liso que o verniz. O vidro, tem como característica principal o não espaço físico entre as moléculas. Ele praticamente não tem poros como o verniz, e assim, o ser humano percebe a diferença de material, mas não sabe explicar esta sensação momentânea.

A Escala de Mohs quantifica a dureza dos minerais, isto é, a resistência que um determinado mineral oferece ao risco, ou seja, à retirada de partículas da sua superfície. O diamante risca o vidro, portanto, é mais duro que o vidro. Esta escala foi criada em 1812 pelo mineralogista alemão Friedrich Mohs com 10 minerais de diferentes durezas existentes na crosta terrestre. Atribuiu valores de 1 a 10. O valor de dureza 1 foi dado ao material menos duro da escala, que é o talco, o valor de dureza 7 foi dado ao vidro e o valor 10 dado ao diamante que é a substância mais dura conhecida na natureza.

No Brasil, geralmente os automóveis usados, tem um elevado valor quando os mesmos são bem conservados. E o que mais chama a atenção de um propenso comprador é o estado de conservação da pintura. Os bons vitrificadores aliados ao bom serviço de aplicação, e também, a conservação do proprietário, além de proteger a pintura traz benefícios quanto à facilidade de se lavar o veículo utilizando em muitos casos apenas água em alta pressão, fazendo com que se reduz em até 60% o custo com a limpeza. Durante a vida útil de uma pintura, não se deve fazer mais de que 3 polimentos profissionais com lixamento, os veículos vitrificados e bem cuidados, prolonga a execução de tais processos agressivos.

Atualmente os serviços de um bom polimento, espelhamento e vitrificação, ou seja, proteção de pintura, são considerados, pelo consumidor desinformado, como uma aquisição de serviços restauradores e não preventivos, conseqüentemente tais serviços por este cliente em questão, será considerado não como investimento e sim como um gasto necessário a apresentação de seu veículo. Quando este mesmo cliente se depara com a situação de maus tratos sob o seu veículo, em um curto espaço de tempo, por exemplo, o carro quando entregue a proteção de pintura estava lindo e depois de 1 mês o carro está começando a ficar da mesma forma, a qual, este veio a fazer os serviços de restauração.

Geralmente este cliente, se revoltam com o realizador dos serviços, dizendo que tais serviços foram um absurdo de caro e que não protege nada, e que ainda, não conseguiu ver, um diferencial dos serviços de proteção de pintura. Por se tratar de um cliente desinformado, a maior argumentação de vendas neste caso, é a informação técnica que será passado ao cliente antes da execução dos serviços, tais informações são tão valiosas, que este mesmo cliente poderá mudar sua opinião entre restaurar o que está ruim, e sim, prevenir para que não aconteça da pintura ficar em mas condições. Esta ação é considerada como investimento, pois é mais barato conservar do que reparar.

É uma falsa ilusão imaginar que a pintura de um carro, tenha capacidade de proteger contra todos os intempéries da natureza e o desgaste de uso no cotidiano, como também, na limpeza do automóvel. Os vernizes automotivos estão cada vez mais resistentes. Mas eles são constituído de uma matéria diferente do que o VX45.

O VX45 não substitui o verniz, ele se integra ao mesmo proporcionando, aumento da resistência a fricção, intensificando o brilho e a cor da pintura.

Sim! Todos os veículos podem usar o VX45, no caso de carros usados tem que ter uma atenção especial de um bom profissional quanto a preparação da superfície para receber a vitrificação e também avaliar se o veículo poderá ser vitrificado.

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